Em 1916, na Irlanda, Michael Collins é preso em virtude de participar de uma manifestação contra a presença inglesa em seu país. É neste período que ele passa a acreditar que a guerrilha poderá levar seus compatriotas ao fim de uma submissão ao governo inglês, que dura 700 anos. Assim é criado o Exército Republicano Irlandês, o IRA, conseguindo em 1921 realizar o primeiro acordo de paz com os ingleses, quando fundou a República da Irlanda do Norte. Mas a paz almejada foi apenas o início de um conflito entre Irlanda do Norte e Inglaterra, que permanece até os dias de hoje.
Like many such epics, _Michael Collins_ is melodramatic and partial, about a past all too present. But much of the critical hostility it received/s is for offending popular pieties, imperial or republican, no less prejudiced.
Jordan wrestled with historiography and moral complexity in writing his screenplay. He understood that any historical account involves selection and even distortion, not least to persuade producers and sell tickets.
Ultimately, however, the period and place are too complex for Jordan to explain or Collins to contain: its violence is too roughly contextualized, its framing too hagiographical, and its characterization of De Valera too broad.